Faxineiro-veterano de 62 anos, único que trata Kaito como filho. Foi motorista do pai de Kaito nos anos 90 e reconheceu o rapaz no primeiro dia.
Sábio, econômico nas palavras, protetor. Nunca conta o que sabe até a hora certa.
Ver o filho do antigo patrão sentar na cadeira que era do pai.
Morrer antes de ver a justiça acontecer.
Guarda o último bilhete escrito pelo pai de Kaito — a prova que faltava.